Apesar de ser candidato de Wagner, Rui Costa diz que representa o novo

xIMAGEM_NOTICIA_5.jpg.pagespeed.ic.ZlsKMDkypPO candidato a governador da coligação Pra Bahia Mudar Mais, Rui Costa, reafirmou, em entrevista ao programa Band Cidade, da Rede Bandeirantes de TV, sua crença na vitória nas eleições de outubro e considerou que, entre as vantagens que possui em relação aos seus principais adversários é que justamente por nunca ter ocupado cargos como o de governador ou de prefeito da capital, tem a oportunidade de fazer o que outros não fizeram. “Eu represento o novo pois alguns dos nomes que estão concorrendo já tiveram oportunidade de fazer e não realizaram. Eu tenho muitas  idéias e propostas a apresentar em benefício do povo baiano”. E também garantiu que terá boas relações com todos os prefeitos, inclusive da oposição, como é o caso de Salvador, lembrando que, como chefe da Casa Civil do atual governo, teve boa interlocução com a administração da capital, observando que as relações partidárias ficam à parte do campo administrativo. Entre os projetos que pretende implantar quando assumir o governo, Rui Costa destacou investimentos em áreas como segurança, educação e saúde. “Na área da segurança, o governador Jaques Wagner pegou uma verdadeira sucata. Metade dos policiais do Estado não tinha sequer uma pistola como armamento e muitos soldados não recebiam sequer o salário mínimo”, afirmou o candidato. E acrescentou que, além de continuar a investir fortemente no aparelhamento da polícia, como implantar seis bases do Grupamento Aéreo (GRAER), criar um Batalhão de Polícia Especial (Bope) e apostar na investigação, pretende atuar de forma conjunta com o Ministério Público e com as forças da sociedade organizada para combater a violência. “Até porque o crescimento da violência tem ocorrido em todos os estados da Federação e não é uma coisa específica da Bahia ou partidária”, explicou. Em relação à área da Saúde, Rui Costa lembrou que nos últimos oito anos, o governo construiu 1.200 postos de saúde e entregou cinco novos hospitais, “mas nós temos a proposta de ampliar o atendimento, principalmente criando uma rede integrada, com a participação dos hospitais estaduais, municipais, privados e filantrópicos, para que, ao fim de quatro anos, tenhamos serviços de qualidade, inclusive nos procedimentos de média complexidade, em todas as regiões da Bahia”. (BN)