Euclides da Cunha: Revista em carceragem descobre “maria louca”, celulares e armas

revista carceragem euclidesAgentes policiais civis do Serviço de Investigação da 25ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin/Euclides da Cunha), em uma visita de surpresa às celas da carceragem do Complexo Policial Civil, apreenderam aparelhos de telefone celular, arma branca, carregador, entre outros objetos produto não permitidos.

Na revista, sob o comando do delegado João Henrique Nunes, que contou com a participação de uma guarnição da Polícia Militar do 5º BPM, foram apreendidos: 07 aparelhos de telefone celular; 02 multicarregador de telefone celular, um facão, 01 faca de mesa, 01 chuço (objeto pontiagudo feito de ferro ou de madeira, por presidiário, na própria cela), entre outros.
A autoridade instaurou inquérito para apurar como objetos proibidos chegaram até os detentos, que certamente vão responder pelo crime cometido, que vai contribuir para agravar a penalidade pela qual está respondendo na prisão, sob custódia.

Durante a revista, um líquido que se encontrava armazenado em uma garrafa pet, cuja entrada é permitida, com refrigerante ou água, chamou a atenção dos agentes que, ao verificar do que se tratava, descobriu-se que era uma espécie de bebida de alto teor alcoólico, batizada com o sugestivo nome de “maria louca”. A bebida é fabricada em presídios, a partir de restos de comida: água, pão, arroz, farinha, cascas e frutas, que passam por um processo de fermentação e maturação que atinge elevado grau de teor alcoólico. Em alguns presídios, essa espécie de cachaça artesanal, que deixa a rapaziada mais “alegre” e/ou mais agressiva, é vendida e chega a custar até R$ 500 reais, o litro. Esta, não é a primeira vez que policiais civis fazem este tipo de apreensão na carceragem do CPC.

Há algum tempo atrás, também durante uma revista de surpresa, os agentes apreenderam quase 20 litros deste produto que se encontrava em estado de fermentação e maturação em um garrafão de água mineral.

Fonte: Euclidesdacunha.com