“Foi apavorante” diz Baianinha após interromper gravação do Pânico por causa de tiroteio

RTEmagicC_panico_tiroteio.jpgUma equipe do programa ‘Pânico na Band’ passou por momentos de “tensão” nesta sexta-feira (04) durante a gravação do quadro “Laura mulher do povo” na Praça da Sé, em São Paulo. É que durante o trabalho, a equipe começou a ouvir tiros, e teve que sair correndo e se refugiar em carros para se livrar dos disparos. A repórter Mari Gonzalez, mais conhecida como Mari Baianinha, de 21 anos, era a figura central do quadro.

“Foi apavorante porque a gente estava gravando com um divã, e eu estava em cima dele, em pé, quando comecei a ouvir os tiros. Inicialmente pensei que fossem fogos, mas depois vi que não. Foi horrível, horrível. Estava todo mundo brincado, tudo normal, pessoas passando, trabalhando como a gente, e de repente estava todo mundo correndo apavorado”, contou ela em entrevista ao ‘Ego’.

Os tiros surgiram após um homem fazer uma mulher refém na Catedral da Sé. Policiais militares interviram na situação e o mataram. Um morador de rua que tentou ajudar a vítima também morreu.

“Graças a Deus, ninguém ficou ferido. Mas foi um susto muito grande. Foi muito perto. Vimos quando um cara fez uma mulher de refém, depois um morador de rua tentou tomar a arma dele e acabou levando dois tiros. A polícia chegou e atirou nesse cara. Foram duas mortes. Nunca passei por nada nem parecido”, disse.