História de Nordestina

34668166Em 1937, dois desbravadores, Tertuliano de Souza Pereira e Gregório Batista, resolveram construir duas casas numa fazenda comum para aventurar-se na produção da fibra do caruá e da casca de angico. A Fazenda Cajueiro localizava-se no Município de Queimadas que vivia sob tensão e, pavor, pois havia há pouco tempo sido visitado por Lampião e seus cabras. Os colonizadores, entretanto, desafiaram o perigo e as dificuldades da seca e ali se fixaram para lutar pelo desenvolvimento da região.

Para melhorar a comercialização de sues produtos, construíram um armazém e casas comerciais e formou-se então um Povoado que foi denominado Bloco. Já em 1955 foi elevado à categoria de Vila, com o nome definitivo de Cajueiro. Mais que os pioneiros, outros homens também foram conquistados pelo sertão. Foi assim que a vizinha Monte Santo recebeu de Salvador, no início do século, o professor Luis de Castro Ribeiro Amambahy, que se casou na região. Com a família Amambahy já expandida, alcançando todo o território de Nordestina, surge o vereador Nélio Amambahy que, já em 1962 pretendia conseguir a emancipação política de Nordestina. Não obteve êxito, porém. A luta do povo continuou e, ao mesmo tempo, a localidade progredia. No dia 9 de maio de 1985, o então governador João Durval Carneiro assinava a Lei n0 4.449 criando oficialmente o Município de Nordestina. O Atual nome do município, deriva da sua localização na região Nordeste do Estado da Bahia. Pertence a 12a região administrativa de Serrinha/BA.

gfu_800_00007686Além da sede, possui também os importantes povoados de Mari, Jacu, Angico, Picada e Serra Branca e Monteiro. O principal elemento que compõe sua hidrografia é o Rio Itapicuru. Seu clima pode ser classificado como seco e quente e a vegetação natural predominante na região é caatinga. Entre os minérios encontrados no subsolo destaca-se como de maior importância o ouro. A agricultura é praticada em propriedades de pequeno, médio e grande porte, tendo a produção de sisal como um principal produto na agricultura local. A pecuária se desenvolve em média quantidade e tem também importância na economia local. O comércio é bastante diversificado e atende às necessidades da população local. Em 1987 foi realizada uma escavação e descobriu-se fósseis de animais pré-históricos, analisados pela Universidade Federal da Bahia.

Dados Gerais

A População Total do Município era de 12.398 de habitantes, de acordo com o Censo Demográfico do IBGE (2007).

Sua Área é de 470,92 km² representando 0.0834% do Estado, 0.0303% da Região e 0.0055% de todo o território brasileiro.

Seu IDH é de 0.55 segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD (2000).

Gentílico: nordestinense
Fundação: 9 de maio de 1985
Ano de Instalação: 1986
Microrregião: Euclides da Cunha
Mesorregião: Nordeste Baiano
Municípios limítrofes: Queimadas, Cansanção e Santa Luz
Altitude da Sede: 370 m
Distância da Capital: 343 Km
Densidade: 26,33 hab./km²
Clima: semi-árido

 

Fonte: www.nordestina.ba.gov.br

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