Irmãs que sofrem da síndrome do lobisomem buscam noivo e tratamento

A alteração genética conhecida como síndrome de lobisomem é uma das mais raras do mundo – ocorre em uma pessoa a cada um bilhão. Mas afetou três mulheres de uma mesma família, na Índia. Por causa da doença, as irmãs Savita, de 28 anos, Monisha, de 23, e Savitri Sangli, de 21, são cobertas de grossos pelos da cabeça aos pés.

As três moradoras de uma vila perto da cidade de Pune, herdaram a hypertrichosis universalis (nome científico da doença) do pai. Elas controlam o crescimento dos pelos com um creme especial. Mas esperam um dia ter dinheiro para pagar um especialista e fazer uma cirugia a laser.

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Assim como grande parte das garotas na idade delas, as três também sonham, sem muitas esperanças, em se casar. “Não é provável. Quem vai casar com alguém que tem pelos crescendo no rosto?”, diz Savita, a mais velha.

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Segundo o jornal “Daily Mail”, a hypertrichosis universalis é uma mutação genética rara. Células que normalmente inibem o crescimento de pelos em áreas como pálpebras e testa, passam a provocar o crescimento de cabelos nesses lugares. As indianas ainda possuem três outros irmãos que não têm a doença.

A cirurgia a laser custa R$12,3 mil por irmã. Para ajudar as três a pagarem a operação, o cineasta Sneh Gupta planejou fazer um documentário sobre elas há alguns anos, mas a cirurgia acabou não acontecendo.

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