Jaques Wagner diz ter feito uma “revolução silenciosa” na administração do Estado

tribJá em ambiente de despedida do ano de 2013, sétimo ano de seu mandato, o governador Jaques Wagner (PT) fez um balanço positivo de sua gestão e demonstrou confiança em relação à corrida para a sucessão em 2014. O gestor estadual admitiu que as dificuldades financeiras tornaram o ano de 2013 o mais difícil do seu mandato, com impactos na esfera política, mas ressaltou que a situação está sendo equilibrada com o Refis e outras iniciativas administrativas, a exemplo do contingenciamento do orçamento e corte no custeio da máquina pública. Wagner citou as manifestações do mês de junho como um reflexo para possíveis mudanças nas administrações e chamou a atenção para as respostas que vêm dando para a população. Ele mencionou o investimento em estradas, no Água Para Todos, na redução dos homicídios, na geração de 550 mil empregos, a implantação de cinco cursos de Medicina em todo o estado e a duplicação do orçamento das universidades estaduais.

Wagner compara sua gestão com as anteriores, ao lembrar que foi feito muito mais pela educação e pela segurança. Ao analisar o cenário político, o petista destacou a candidatura de Rui Costa (PT) ao governo. “Eu percebo todo que mundo está querendo se engajar e trabalhar muito. O papel agora é ganhar musculatura do ponto de vista da interação da sociedade, na construção de um programa consistente, que eu acho que tem que haver dedicação a partir de agora”.

Nesta entrevista exclusiva à Tribuna, o governador falou ainda sobre a candidatura da sua aliada, a senadora Lídice da Mata (PSB) ao governo. Segundo ele, a gestão do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), “tem uma cara, um planejamento, e isso é bom para concordar ou discordar”.

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