Marido mata mulher, joga corpo de ponte, confessa o crime e é liberado

marido_crime_reproducaoUma jovem de 22 anos foi assassinada pelo marido dentro de casa em Guarulhos, na Grande São Paulo, na noite de domingo (27). O suspeito confessou à polícia que jogou o corpo da mulher de cima de uma ponte, na rodovia Fernão Dias, mas foi liberado.

A caixa de bar Grazieli Borges da Silva e o garçom Felipe José Vilela, de 26, estavam juntos há quatro anos. O casal morava com o filho de dois anos e com a irmã de Grazieli, de 13. No dia do crime, as crianças estavam na casa da tia da jovem. No domingo à noite, o casal teve uma séria discussão porque Grazieli teria descoberto uma traição do marido. Vilela contou à polícia que a jovem pegou um cabo de vassoura e uma faca para atacá-lo. Ele teria se defendido aplicando um golpe “mata-leão” na mulher.

No domingo à noite, o casal teve uma séria discussão porque Grazieli teria descoberto uma traição do marido. Vilela contou à polícia que a jovem pegou um cabo de vassoura e uma faca para atacá-lo. Ele teria se defendido aplicando um golpe “mata-leão” na mulher.

mulher_marido_crimeO suspeito ainda disse que, como a jovem ficou desfalecida, ele tentou reanimá-la por cerca de 25 minutos. Sem sucesso, o garçom colocou a jovem no carro do irmão, estacionou o veículo no km 74 da rodovia Fernão Dias e jogou a mulher de uma ponte. O corpo ficou pendurado em uma árvore.

Depois do crime, o marido voltou para casa, dormiu e foi trabalhar como se nada tivesse acontecido. De acordo com a família da jovem, Vilela disse que Grazieli havia saído para pagar o aluguel e desaparecido. Nas redes sociais, o homem fingiu preocupação com o sumiço da jovem.

Na quarta-feira (30), Vilela procurou uma delegacia e se apresentou com um advogado. Ele confessou o assassinato da mulher e apontou onde havia jogado o corpo. Após o depoimento, ele foi liberado.

A vítima foi encontrada na manhã de quinta-feira (31). O Corpo de Bombeiros precisou utilizar equipamentos especiais para resgatar o corpo, pois o local era de difícil acesso.

O delegado responsável pelo caso pediu a prisão temporária do garçom, mas, como a mesma ainda não foi concedida pelo juiz, o suspeito não é considerado foragido. O carro usado para transportar foi localizado dentro de um lava-rápido.

Fonte: R7