Morte de crianças após beberem iogurte envenenado ainda é mistério no interior da Bahia

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6jmpie0v10_1jo0rqc70y_fileA morte de duas meninas no município de São Francisco do Conde, na região metropolitana de Salvador, após beberem iogurte envenenado ainda é um mistério e a família de Ravena Queiroz de Carvalho pede justiça.

Ravena e as gêmeas brincavam perto de casa, na rua Jerusalém, localidade de Caíque, quando ingeriram a bebida no dia 5 de julho. Após passarem mal, as três garotas, que são vizinhas, foram levadas ao Hospital de Madre de Deus, mas Ravena não resistiu.

As gêmeas foram transferidas para o Hospital do Subúrbio, em Salvador, onde foram internadas na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) pediátrica. Uma delas não resistiu e morreu.

8fgj4yntu5_3b08f43hez_fileA família de Ravena quer saber quem pode ter oferecido a bebida envenenada para as meninas. Os comerciantes da região disseram que não perceberam movimento de pessoas estranhas na localidade no dia do crime. O pai da menina, Rogério de Carvalho, acredita que exista o envolvimento de alguém que as meninas conheciam.

— Eu creio assim: quem fez, fez ou para atingir diretamente as crianças ou para atingir os familiares.

O casal diz que nunca teve desavenças com pessoas da região. A mãe da menina, Ana Paula, cresceu na comunidade. O envenenamento da menina abalou parentes e vizinhos.

Os pais das gêmeas não foram encontrados pela reportagem da Record Bahia para comentar o caso. A menina que sobreviveu é uma testemunha fundamental que pode ajudar a esclarecer o que aconteceu. Rogério disse que a mãe da menina sobrevivente, assim que saiu do coma, contou que as meninas tinham dado um pouco de iogurte para ela.

— Se ela contou alguma coisa, só quem sabe é os familiares dela porque a gente tem pouco contato com eles depois da situação (envenenamento).

Com informações e fotos do R7/BA

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