Pesquisa Vox Populi/Band aponta ACM Neto como o melhor prefeito do Brasil

netoPesquisa Vox Populi encomendada pela TV Band e divulgada nesta quarta-feira (29) aponta o prefeito de Salvador, ACM Neto, do DEM, como primeiro colocado no ranking dos gestores das capitais com atuação avaliada como ‘ótima’. Segundo o levantamento, 51% da população soteropolitana dá nota máxima ao democrata.

O segundo prefeito melhor avaliado é o de Recife, Geraldo Júlio, do PSB do governador de Pernambuco e candidato à presidência da República Eduardo Campos. Geraldo tem 39% de avaliação ‘ótima’ dos cidadãos da capital pernambucana.

Destaque negativo para o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, do PT. Ele teve o pior índice entre as capitais pesquisadas: somente 1% dos paulistanos avalia como ótima sua administração. 32% lhe avaliam como péssimo, 31% como regular, 28% acham sua a gestão do petista ruim e 9% avaliam como boa.

ACM e a sucessão de Jaques Wagner

Resultado da pesquisa Vox Populi evidencia papel importante que ACM Neto terá na disputa pelo governo da Bahia em outubro próximo. É nas mãos dele que está a decisão sobre escolher para cabeça de chapa da oposição o ex-governador Paulo Souto, do DEM, ou o peemedebista Geddel Vieira Lima.

Favorece a oposição ainda o fato de o DEM ter também o prefeito da segunda maior cidade da Bahia. Feira de Santana é administrada por José Ronaldo, eleito no primeiro turno contra o ex-prefeito Tarcízio Pimenta (PDT) e o petista Zé Neto, que teve pouco mais de 8% dos votos válidos.

Boa aceitação popular do jovem democrata será explorada ao máximo contra o desconhecido Rui Costa, candidato do PT fruto de escolha pessoal de Jaques Wagner. Governador, por sua vez, vai encerrando seus dois mandatos consecutivos com apreciação popular considerada mediana, após recuperação de imagem que ficou desgastada, sobretudo, depois das greves fatídicas de 2012.

A da Polícia Militar, cujo saldo da paralisação de 11 dias foi de mais de 140 homicídios apenas em Salvador e Região Metropolitana; e a dos professores, que durou 115 dias e atrapalha o calendário escolar até hoje (alunos ainda não concluíram ano letivo de 2013).

Por: Romulo Faro, do Bahia 247