Polícia de Feira recupera cargas avaliadas em mais de R$ 100 mil roubadas em Araci e Itaberaba

84176-3Policiais civis da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (Decarga), de Feira de Santana, recuperaram duas cargas avaliadas em mais de R$ 100 mil, que foram roubadas nas regiões de Araci e Itaberaba.

De acordo com o titular da Decarga, Matheus Souza, um dos caminhões estava carregado de milho e saiu da cidade de Luís Eduardo Magalhães com destino da São Gonçalo dos Campos. A outra carga saiu de Pernanbuco.

“Nós tomamos conhecimento do roubo das duas cargas, uma na madrugada do dia 2 para o dia 3 deste mês, e outra no dia 5. Nós passamos a investigar, e as equipes foram deslocadas para o ponto do último sinal do rastreador. Daí logramos êxito com a recuperação das cargas e dos caminhões”, afirmou o delegado.

Segundo Matheus Souza, em dois meses a Decarga já conseguiu recuperar mais de 1 milhão em cargas roubadas, mas destacou que o trabalho de investigação da delegacia não é fácil.

“O trabalho da Decarga na recuperação de cargas em rodovias requer mais tempo de investigação porque as quadrilhas não são de uma localidade específica. Elas atuam na Bahia toda. Então as investigações são muito mais demoradas tendo em vista que nós temos que nos deslocar a outras cidades, temos que fazer cartas precatórias, as vítimas e as empresas estão sediadas em outros estados”, informou.

Para auxiliar nas investigações, o delegado ressaltou que conta com a parceria de diversos órgãos, como o Departamento de Trânsito e a Polícia Rodoviária Federal. Além disso, ele salientou que as empresas realizam o trabalho de monitoramento dos caminhões através de rastreadores.

“É prática dos assaltantes que tão logo eles roubem a carga eles têm a tecnologia para cortar o sinal do rastreador, mas no último ponto onde foi detectado o sinal, a partir dali nós fazemos as investigações e geralmente quando há possibilidade, algum tipo de fundamento, nós conseguimos chegar às cargas”, disse o delegado.

As informações são do repórter Aldo Matos do site Acorda Cidade.