“Salve o Pedrinho” Família baiana sonha em arrecadar US$ 1 milhão para salvar bebê com doença rara

634dxs5rft_qkniis17q_fileOs familiares do pequeno Pedro Gomes Oliveira, chamado carinhosamente de Pedrinho, vive um drama. O bebê sofre de uma doença gravíssima, a síndrome do intestino curto. Ele precisa fazer um transplante que custa US$ 1 milhão, com a alta do dólar chegaria a mais de R$ 3 milhões, e só é feito em Miami, nos Estados Unidos .

A família é de Eunápolis, interior do sul da Bahia, mas vive atualmente em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mãe de Pedrinho, Sueide Gomes da Silva, contou que ela, o marido e os filhos precisaram mudar de cidade assim que o bebê nasceu.

— Pedrinho nasceu no dia 14 de julho de 2014, em Eunápolis, mas por falta de suporte médico para o caso ele teve que ser transferido de hospital. Tentamos encontrar vaga em Salvador, Recife e Belo Horizonte.

6c676gk3oo_4krqennqbf_fileCom dois dias de vida, o pequeno foi internado no CTI (Centro de Tratamento Intensivo) da unidade Neo Center, no Hospital Felício Rocha, onde permanece internado.

Com cinco dias de vida, Pedrinho passou por uma cirurgia para retirada do intestino, que estava necrosado. Ele é alimentado de forma intravenosa.

Apesar de todas as dificuldades que tem enfrentado, Sueide afirmou que ela e o marido nunca pensaram em dividir a família.

— Meu esposo veio pra Belo Horizonte com o Pedrinho e eu vim quatro dias depois com nosso filho de seis anos. Optamos por não dividir a família. Nos alegramos juntos e sofremos juntos também.

O pai de Pedrinho, Ivanilto Oliveira de Souza, trabalha como motorista.

zdtbhjdwr_1tbkcws6j3_fileSegundo Sueide, os médicos informaram que o transplante de intestino é indicado para crianças acima de um ano e com peso entre 8kg e 10kg.

— Mas o caso do Pedrinho é grave e o médico disse que quanto mais rápido puder ser feita melhor.

— A cirurgia custa um milhão de dólares, mas ainda precisamos de uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva) aérea, do transporte, alimentação e hospedagem pra ficar lá em Miami.

Sueide contou ainda que até o momento não recebeu ajuda do governo brasileiro.

— O caso do Pedrinho estava na Defensoria Pública, mas eles precisam reunir diversos documentos para abrir o processo. Não é tão fácil, a gente precisa de documentação até do hospital de Miami. Tem um advogado que está nos ajudando de forma voluntária.
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