São Paulo ainda não engoliu goleada de 6 a 1 para o Timão e questiona por que rival não “aliviou”

foto-650x250O São Paulo ainda não superou a goleada sofrida por 6 a 1 contra o Corinthians, no dia 22 de novembro, na Arena de Itaquera. Está entalada na garganta. Alguns estão revoltados com a “falta de ética” dos corintianos, que não respeitaram “as regras que existem entre os grandes clubes”. Dizem que depois do terceiro gol, ainda no primeiro tempo, era para os rivais “pisarem no freio e respeitarem” o dia atípico do rival.

Usam como exemplo a postura do São Paulo no clássico pela Libertadores, disputado em 22 de abril, no Morumbi. Na ocasião, o então atacante corintiano Emerson Sheik foi expulso no início da partida por pisar no zagueiro Rafael Tolói. O Tricolor abriu 2 a 0 no primeiro tempo, com gols de Luis Fabiano e Michel Bastos, e podia ter ampliado no segundo tempo, principalmente quando o colombiano Mendoza e Luis Fabiano foram expulsos. Os são-paulinos dizem que um corintiano, por exemplo, pediu para o rival “trocar passes e deixar o tempo passar por respeito”. E foi atendido.

Os que reclamam da postura do Corinthians nos 6 a 1 dizem que vai ter troco em breve. Afirmam que a vontade do time no próximo clássico contra o rival, pelo Paulistão ou pela Libertadores, será acima do normal. E que não atenderão os apelos como o feito em abril. Se o São Paulo de fato garantir vaga na Libertadores neste domingo, na partida contra o Goiás, pela última rodada do Brasileirão, e passar da primeira fase eliminatória, os rivais podem se cruzar de novo na fase de grupos, assim como foi em 2015.

Além do Corinthians, campeão brasileiro, já garantiram vaga o Atlético-MG e o Grêmio, pelo Brasileirão, e o Palmeiras, campeão da Copa do Brasil. Na última rodada do nacional, São Paulo e Internacional disputam a última vaga.

 

*Por Mauricio Oliveira