Aécio critica ida de fábrica para Pernambuco, no nordeste do país

Por: Aroldo, 09/10/2014 14:56
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Líder político Aroldo Pinto agradece os votos honestos que recebeu em Itiúba

Por: Aroldo, 08/10/2014 01:39
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Aroldo Pinto, líder político de Itiúba, presidente do PSB local


Venho aqui, em meu nome e de minha família, agradecer os votos que recebi, das pessoas HONESTAS e conscientes de Itiúba. Fui um dos fundadores do PT de Itiúba, cheguei a ser batizado pela freira Cecília do PT, sendo seu afilhado. Poderia ter me beneficiado, mas não fiz isso, sou o mesmo Aroldo Pinto. Mas, quem fez todo o tipo de malandragem tem prestígio e voto. Discordei de algumas práticas do PT, não do PT por inteiro. Não ouvirei pessoas que não votaram e nem votam em mim. Minha opinião será sempre pautada nos meus conceitos e em opiniões de quem verdadeiramente gosta de mim.
Só tenho a agradecer aos que acreditaram em mim e sabe o valor real de um voto. Espera-se que os deputados que garimparam votos em Itiúba façam um bom trabalho para nossa juventude e a nossa população. Sou feliz porque fiz o que o meu coração pedia e não me corrompi para outros deputados de fora. Mas, continuo na luta, com lições tiradas e aprendidas. Agora é me preparar para apoiar um candidato ou candidata no segundo turno das eleições presidenciais. OBRIGADO povo de ITIÚBA por dar tanto valor a minha HISTÓRIA de lutas. Fiquei famoso no Brasil inteiro por defender o projeto da FICHA LIMPA, sou limpo e quero agradecer a todos vocês. Independente de qualquer resultado, sou eternamente grato e amo ITIÚBA do fundo de minha alma.

Aroldo Pinto, 40.777 deputado estadual é totalmente fiel ao 40 de Marina

Por: Aroldo, 26/09/2014 01:15
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AROLDO PINTO NA TV NESTA QUARTA, DIA 17 DE SETEMBRO 2014

Por: Aroldo, 17/09/2014 00:24
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Amigos e possíveis eleitores honesto de nossa Itiúba e região norte da Bahia, eu Aroldo Pinto candidato a deputado estadual pelo PSB-REDE, estarei nesta quarta-feira, mais uma vez, no horário político da TV, levando minhas mensagem para toda a Bahia. Espero que vocês atentem para sintonizar nas retransmissora de Televisão de nossa Bahia, pois quem tem parabólica só assiste do Rio e São Paulo. Vamos ouvir as propostas de nossos candidatos, para exercemos melhor o direito de escolha nas eleições que se avizinham, que será no dia 05 de outubro de 2014.

Os horário que será veiculado minha imagem na TV serão 13:00 (TARDE) e 20:30 (NOITE) no programa do PSB, de nossa Eliana Calmon, Lídice e Eduardo e claro nossa presidenta Marina Silva e Beto Albuquerque, do time do nosso 40, o mesmo do povo brasileiro que nos escolherá para governarmos o Brasil com decência.

Marina deve assumir os compromissos de Campos, diz sociólogo

Por: Aroldo, 18/08/2014 16:41
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Reportagem de Ítalo Nogueira, Folha de S.Paulo (17/08)

Escolhida pelo PSB para disputar a Presidência, Marina Silva terá de “encarnar” compromissos de Eduardo Campos, candidato da sigla morto na quarta-feira (13) num acidente aéreo.

A avaliação é do sociólogo Luiz Werneck Vianna. Para ele, Marina precisa manter os compromissos do ex-governador de Pernambuco para ter apoio dos empresários.

“[Ela pode] dizer que a candidatura original era dele, que eles conceberam a candidatura juntos e agora tem que se fiar mais às convicções dele do que particularmente às dela”, afirmou o sociólogo na sexta-feira (15).
Segundo Vianna, Marina pode atrair os votos dos indecisos e do eleitorado descrente com a classe política.

Folha – Que impacto essa tragédia pode ter na eleição?
Luiz Werneck Vianna – Mudou tudo. Para onde, não se sabe.

Com o nome de Marina confirmado, que cenário o sr. vê?
Ela tem problemas no PSB, tem problemas em setores empresariais, é bem aceita nas camadas médias, como ficou provado em 2010.

Campos era bem aceito pelo empresariado. Acha que ela pode herdar essa aceitação?
Ela vai ter que encarnar o Eduardo Campos. Tem inclusive uma saída honesta para essa encarnação: dizer que a candidatura original era dele, que eles conceberam a candidatura juntos e agora ela tem que se fiar mais às convicções dele do que particularmente às dela. Esse é o maior desafio.

Que outros desafios ela tem?
Demonstrar para a população que [essa encarnação] é verdadeira.

Em 2010 o vice dela era o empresário Guilherme Leal. Não é suficiente para ter aceitação?
Era um nicho empresarial. Não há como imaginar nesta altura que o agronegócio vá escolher o nome dela.

O sr. vê possibilidade de Marina compor com o agronegócio, como fez Campos?
Se ela se convencer e convencer o grande público de que ela não é uma persona singular, mas sim complexa -ela é o legado de Campos-, aí é possível.

A comoção pelo episódio tem impacto [na intenção de voto para Marina]?
Vai ter, mas o problema é saber para que direção. O maior impacto de morte que já ocorreu foi o suicídio de Vargas: em 24 horas mudou o país. Para saber para qual direção haverá impacto, é melhor procurar um mago.

A candidatura de Marina tira mais votos de quem?
Ela pode provocar uma atração forte sobre os indecisos, o pessoal do “não me representa”.

Do movimento das ruas?
Não digo o movimento das ruas, mas algo dessa cultura que vicejou ali pode encontrar expressividade nela, algo que Campos não tinha conseguido. Eduardo era muito terno e gravata, a pauta dele era responsável: economia, desenvolvimento… A pauta da Marina, como ela mesma diz, é “sonhática”.

Atualmente, a candidata que está na frente é a Dilma.
Ela não tem luz própria. Não conseguiu ao longo do governo. Deixou que a presença do outro [Lula] ficasse muito visível no Gilberto Carvalho, Mercadante, Berzoini. Os homens e as mulheres da Dilma são quais? Com quem ela conversa abertamente? É uma solidão política imensa.

Qual é o impacto da morte de Campos sobre a política?
É ruim. Uma liderança jovem. O regime militar não favoreceu o surgimento de lideranças novas. Mas PT e PSDB também não favoreceram. Os quadros diretivos dos dois partidos são homens para além da meia idade. Esses dois partidos se comportaram como uma oligarquia. Principalmente o PT. O monopólio da política ficou restrito ao presidente da República e ao entorno imediato.

Campos conseguiu se descolar desse problema?
De certo modo sim, mas ele tinha o aval do avô [Miguel Arraes, ex-governador de Pernambuco], que abriu a política para ele.

E a Marina?

Ela tem uma trajetória de aventura singular, história de vida particular.

Essa falta de nomes novos preocupa para 2018?
Sim, porque o nome falado para 2018 pelo PT qual é? É o Lula. Não tem quadro novo.

O PT tenta renovar com Haddad, Padilha, Lindbergh…
Haddad era um novo quadro sem luz própria. A emergência de quadros novos é a partir de luz própria, e não vinda de um poste. Padilha não tem. Lindbergh se projetou individualmente. O PT tem vida orgânica? Não tem. Sem isso os quadros não são selecionados. O PSDB também não tem vida orgânica.

Aroldo Pinto é 40.777 e suas lutas viraram notícias em todo o Brasil

Por: Aroldo, 28/07/2014 01:55
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Pode copiar, imprimir e distribuir. Candidato FICHA LIMPA, mostre que você é um eleitor honesto e consciente:

Papa faz apelo à paz e pede que erros do passado não se repitam

Por: Aroldo, 28/07/2014 01:39
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O papa Francisco fez um forte apelo à paz neste domingo (27) ao lembrar os cem anos da Primeira Guerra Mundial. Na Praça São Pedro, no Vaticano, o papa citou o conflito sangrento entre palestinos e israelenses, assim como problemas na Ucrânia e no Iraque. Francisco também recomendou que os fiéis e turistas pensassem nas crianças – mortas, órfãs ou mutiladas – que, “como brinquedo, têm destroços da guerra”. “Peço a vocês, parem. Peço do fundo do meu coração”, rogou o pontífice. Ele citou a declaração do então papa Bento XV durante a Primeira Guerra de que foi um “massacre inútil”. “Tudo é perdido com a guerra, nada é perdido com a paz. Nunca mais à guerra”, declarou.

Bacelar cobrou repasse de empreiteiro por ajuda em contrato com a Valec, diz revista

Por: Aroldo, 28/07/2014 01:05
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Cotado para assumir a presidência do PR em 2015, o deputado federal baiano João Carlos Bacelar é acusado, em reportagem da revista Veja publicada neste domingo (27), de pedir participação nos lucros da empreiteira mineira Pavotec Pavimentação e Terraplenagem, em troca do contrato firmado entre a empresa e a Valec, estatal responsável pela construção de ferrovias no país. A companhia está vinculada ao Ministério dos Transportes, que segue sob o controle da legenda – em junho, o baiano Paulo Sérgio Passos assumiu a pasta, em substituição a César Borges, ambos republicanos. Segundo a Veja, pouco antes da saída do ex-governador da Bahia do cargo, o dono da Pavotec, Djalma Diniz, procurou Borges em seu gabinete para relatar que sofria pressão para repassar parte do pagamento de contratos firmados com o MT entre parlamentares. O autor da pressão seria Bacelar, que dizia falar em nome do partido e pedia o dinheiro sob alegação de que a sigla o ajudou a fechar os certames.


“O dono da Pavotec me procurou no ministério para dizer que o deputado João Carlos Bacelar está cobrando dele uma participação nos contratos com a Valec”, teria dito Borges a assessores e políticos de confiança. Segundo a matéria, baseada em conversas gravadas, dos diversos contratos da empresa com a pasta, que chegariam a quase R$ 2 bilhões, dois estariam sob a mira do congressista: um no valor de R$ 514 milhões e outro de R$ 719 milhões. Diniz, que supostamente classificou a exigência de Bacelar como “achaque descarado”, se negou a fazer o pagamento após apurar com o ministro que ele não falava em nome do PR. A partir da recusa, diz a Veja, o parlamentar começou a criticar o empresário e a minar Borges, que seria seu desafeto político. “Esse Djalma é um picareta. Nós conseguimos colocar a empresa dele na valec, com contratos de mais de 1 bilhão, ele ficou de repassar uma parte de volta e não está cumprindo o combinado”, disse Bacelar a um deputado amigo, que contou o diálogo à revista. Ele revelou também que o pedido feito a Diniz girava em torno de R$ 90 milhões a R$ 100 milhões, que seriam repassados por meio da subcontratação de empresas.

Empresário e ex-deputado Djalma Diniz | Foto: AL-MG


O porcentual cobrado pelo republicano, afirma a reportagem, seria de mais de 8%, o dobro do que era solicitado por membros do partido em um esquema de propina controlado pela legenda que causou o pente fino feito pelo Palácio do Planalto, com demissão de seis ministros em 2011, entre eles Alfredo Nascimento (PR), titular dos Transportes. A exoneração ocorreu após a presidente Dilma Rousseff, recém-empossada, ter questionado a elevação de custos das obras do MT. “Vocês são inadministráveis e estão inviabilizando meu governo” , repreendeu Dilma, em relação à atuação do PR. Veja revelou que a diferença referia-se ao superfaturamento dos serviços por parte das empreiteiras, que repassavam 4% à agremiação em troca dos contratos. À revista, Diniz afirmou que não pediu ajuda de políticos para conseguir o contrato, mas confirmou que inicialmente a Valec duvidou da capacidade da sua empresa em realizar o trabalho. De acordo com a reportagem, o empresário mentiu e não somente foi até a Valec, como teve encontros com parlamentares em hotéis em Brasília e nos corredores do Congresso. Bacelar seria um dos seus maiores interlocutores. Ainda de acordo com a matéria, eles se encontraram mais de uma vez antes e depois do fechamento do contrato, em que uma das reuniões foi realizada em uma sala próxima ao plenário na Câmara.

Empreiteira que fez obra em aeroporto doou para campanha de Aécio

Por: Aroldo, 22/07/2014 22:49
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A empresa responsável pelas obras no aeroporto de Cláudio, Vilasa Construções Ltda., doou recursos para a campanha de Aécio Neves ao governo de Minas em 2006. Além do atual senador, seu sucessor no Executivo estadual, o ex-governador Antonio Anastasia (PSDB), também recebeu doação da construtora para a campanha ao governo em 2010. Segundo as prestações de contas apresentadas à Justiça Eleitoral, Aécio recebeu três doações da empresa em 2006, totalizando R$ 67 mil. Já na disputa seguinte pelo governo mineiro, a campanha de Anastasia – que deixou o cargo em abril para disputar uma vaga no Senado, além de coordenar a elaboração do programa de governo do presidenciável tucano -, recebeu doação oficial de R$ 20 mil da construtora. Nesta segunda-feira, 21, a reportagem tentou falar com algum representante da empresa, mas ninguém atendeu o telefone na sede da construtora no início da noite. A assessoria da coligação Muda Brasil, da candidatura de Aécio à Presidência, informou que as doações foram feitas de forma legal e declaradas à Justiça, como exige a legislação eleitoral. “Nunca houve qualquer tipo de favorecimento ou discriminação em razão de doações eleitorais”, afirmou a coligação por meio de nota. “Registre-se também que, em outras eleições, a mesma empresa fez doações a candidatos de outros partidos, inclusive o PT”, acrescenta o documento. Nas eleições ao governo de Minas em 2006 e 2010, Aécio e Anastasia foram, respectivamente, os únicos candidatos que receberam doações da Vilasa. Aécio declarou gastos de R$ 19,4 milhões na sua disputa à reeleição ao Executivo estadual, enquanto a campanha de Anastasia declarou à Justiça Eleitoral gastos de R$ 38 milhões em 2010.

Fidel Castro afirma que China e Rússia devem liderar economia mundial

Por: Aroldo, 22/07/2014 22:45
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O ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, aproveitou a visita dos chefes de Estado da Rússia e da China (Vladimir Putin, e Xi Jiping, respectivamente), para tecer elogios aos dois países pela situação política atual. Nesta terça-feira (22), o ex-líder revolucionário publicou um artigo no jornal oficial Granma, em que afirma que as duas nações irão liderar um novo mundo e que “permitirão a sobrevivência humana se o imperialismo não desatar antes uma criminosa e exterminadora guerra”. Além disso, Fidel elogiou os acordos feitos pelo BRICs, bloco formado por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul, por representar defesa de um sistema multilateral de comércio aberto, transparente, inclusivo e não discriminatório. Jiping e Putin participaram da reunião do grupo em Fortaleza na última semana e aproveitaram para fazer um giro pela América Latina. Eles passaram por Brasil, Argentina e Venezuela e o presidente chinês aproveitou para firmar 38 pactos comerciais e de cooperação com o líder venezuelano, Nicolás Maduro. Os convênios incluem US$ 4 bilhões destinados a projetos de desenvolvimento e US$ 14 bilhões para habitação e transporte.

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