Datafolha mostra Marina com 34%, Dilma, 34% e Aécio, 15%

Por: Aroldo, 30/08/2014 00:05
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Pesquisa mostra Dilma e Marina empatadas no 1º turno; candidata do PSB venceria 2º turno


A candidata à presidência do PSB, Marina Silva, ganhou 13 pontos porcentuais em intenções de voto em relação à última pesquisa Datafolha, segundo novo levantamento divulgado pelo instituto na noite desta sexta-feira, 29. A candidata do PSB tinha 21% das intenções no dia 18 de agosto e agora tem 34%.

A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) oscilou de 36% para 34%. Com esse resultado, Marina e Dilma estão empatadas no primeiro turno. O candidato do PSDB, Aécio Neves, teve uma queda de 5 pontos porcentuais e agora tem 15% das intenções, ante 20% do levantamento anterior.
O Pastor Everaldo (PSC) tinha 3% e agora tem 2% das intenções de voto. Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções. Brancos e nulos eram 8% e agora são 7%. Não souberam ou não opinaram oscilou de 9% para 7%.
Segundo turno

O Datafolha testou ainda dois cenários para o segundo turno. No primeiro, entre Marina e Dilma, a candidata do PSB abriu 10 pontos porcentuais de vantagem. No último levantamento, feito há 11 dias, Marina aparecia com 47% e agora tem 50%. Dilma tinha 43% e agora tem 40%. O total de brancos e nulos oscilou de 6% para 7%. E não souberam ou não opinaram, oscilou de 4% para 3%.
No segundo cenário avaliado pela pesquisa, Dilma venceria Aécio. Nesta simulação a presidente tinha 47% e agora registrou 48%. Já o tucano tinha 39% e oscilou para 40%. Brancos e nulos se mantiveram em 9% e não souberam ou não opinaram oscilou de 5% para 4%.

O levantamento do Datafolha, encomendado pela Folha de S. Paulo e pela Rede Globo, foi feito entre 28 e 29 de agosto, com 2.874 eleitores em 178 municípios do País. A pesquisa foi registrada no TSE sob o protocolo BR-00438/2014 e tem margem de erro máxima de 2 pontos porcentuais e nível de confiança de 95%.

Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

PRE-BA recorre ao TSE contra a candidatura de 16 candidatos na Bahia, Severiano Alves e Cecília estão no balaio

Por: Aroldo, 24/08/2014 16:49
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A Procuradoria Regional Eleitoral na Bahia (PRE-BA) recorreu ao Superior Tribunal Eleitoral (TSE) contra os registros de 16 candidaturas impugnadas pelo órgão por inelegibilidade decorrente de contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) ou dos Municípios (TCM). O pedido de impugnação acabou rejeitado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRT-BA), que entendeu que a competência para a rejeição das contas é da Câmara de Vereadores. A Procuradoria recorreu ao TSE contra o registro das candidaturas de Carlos Augusto Silveira Sobral, Carlos Caraíbas de Souza, Carlos Robson Rodrigues da Silva, Cecília Petrina de Carvalho, Hermenilson Ferreira Carvalho, Hildécio Meireles, Jânio Natal, Joaquim Belarmino Cardoso Neto, José Luciano Santos Ribeiro, José Nilton Azevedo Leal, José Raimundo, Joseildo Ramos, Jusmari Oliveira, Luiz Caetano, Moema Gramacho e Severiano Alves. Esta semana, a PRE-BA conseguiu barrar, com base na Lei Ficha Limpa, os pedidos de candidatura dos candidatos a deputado federal Adalberto Lélis Filho (Beto Lélis) e José Carlos de Jesus Rodrigues (Zé Carlos da Pesca), além do candidato a deputado estadual Silvio José Santana Santos, o Silvio Ataliba.

Fonte: BAHIA NOTÍCIAS

“Nosso real adversário é o PT, e não Marina Silva”, diz Aécio Neves

Por: Aroldo, 22/08/2014 17:34
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O candidato à presidência da República Aécio Neves (PSDB) declarou nesta terça-feira (19) que o verdadeiro oponente de seu partido é o PT, e não Marina Silva (PSB), cuja candidatura pode ser oficializada amanhã (20).


“Tenho respeito pessoal pela Marina, ela terá oportunidade de defender as ideias nas quais acredita e continuaremos apresentando as nossas. (…) O nosso antagonismo continua sendo com o PT, que é o nosso real adversário”, afirmou o tucano.

Em visita a Dourados (MS), Aécio voltou a criticar o aparelhamento do Estado e a incapacidade de o governo petista estabelecer parcerias com o setor privado, o que estaria levando o Brasil “a ter um dos piores crescimentos na nossa região” e a uma alta taxa de inflação.

Ele também atacou os programas sociais do governo Dilma Rousseff: “O PT optou por uma política social de administração da pobreza. Nós, por outro lado, estamos apresentando propostas que buscam a superação da pobreza”.

Partidos reafirmam compromisso com a Coligação Unidos pelo Brasil

Por: Aroldo, 22/08/2014 17:21
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Eduardo Campos, Aroldo Pinto candidato a deputado estadual (40.777) no centro e Marina Silva, todos 40


Candidata à Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil, Marina Silva afirmou nesta quinta-feira (21) que os partidos da aliança seguem unidos em torno de sua candidatura e reiterou que os compromissos assumidos serão honrados por ela e seu candidato a vice, Beto Albuquerque. Acompanhada pelo presidente Nacional do PSB, Roberto Amaral, Marina participou de reunião com dirigentes do PPS, PPL, PHS, PRP, PMN; na sede do PSB em Brasília. Dirigentes do PSB e da Rede Sustentabilidade, grupo político da ex-senadora, também estiveram presentes. Cumprindo agenda fora da capital federal, o presidente do PSL, Luciano Bivar, não participou do encontro, mas será procurado por dirigentes do PSB. O Partido Socialista Brasileiro continua trabalhando para fazer o registro da nova candidatura nessa sexta-feira, 22/08.

“O PSL não estava aqui por uma questão de circunstâncias pessoais, mas todos estão dispostos a dar continuidade a esse projeto político”, afirmou a candidata. “Continuamos unidos. Os partidos que compõem a aliança que se iniciou com o trabalho de Eduardo Campos darão continuidade a esse legado, na forma do nosso programa, e no arranjo que ele havia estabelecido para dar base de sustentação a esse programa”, acrescentou.

Segundo ela, o esforço dos dirigentes é para manter as legendas unidas em torno do programa de governo e dos compromissos assumidos perante a sociedade. “O nosso esforço é para unir cada vez mais o Brasil, em torno de uma agenda de mudanças”, disse Marina. “Mudanças nas prioridades das escolhas que fazemos para a educação, saúde, infraestrutura, para o cuidado das nossas crianças e dos nossos jovens, simbolizada na idéia de educação em tempo integral, do passe livre, de todas as propostas que ele já havia anunciado e que nós, agora, temos a responsabilidade de dar continuidade a esse trabalho”, enfatizou, citando o ex-companheiro de chapa Eduardo Campos.

PSB oficializa chapa presidencial com Marina Silva e Beto Albuquerque

Por: Aroldo, 21/08/2014 02:03
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Decisão foi anunciada após reunião da cúpula do partido em Brasília. Morte do presidenciável Eduardo Campos motivou escolha de nova chapa.

Aroldo Pinto candidato a deputado estadual 40.777 e Beto Albuquerque escolhido a vice na chapa de Marina Silva, conforme previsões de Aroldo


Após reunir a Comissão Executiva Nacional do partido, o PSB anunciou na noite desta quarta-feira (20) a ex-senadora Marina Silva como candidata a presidente da República e o deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS) como candidato a vice.
O anúncio foi feito após a reunião, na sede do partido, em Brasília. Segundo Beto Albuquerque, a chapa recebeu aprovação unânime da executiva. Com a decisão, a legenda tem até o próximo sábado (23) para registrar a nova chapa junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A mudança na cabeça de chapa é anunciada uma semana depois da morte do candidato Eduardo Campos em um acidente aéreo, em Santos (SP) – Marina Silva era a candidata a vice. Além do ex-governador de Pernambuco, morreram outras seis pessoas, dos quais dois pilotos e quatro assessores de campanha.

Marina Silva candidata a presidenta pelo PSB e Aroldo Pinto candidato a deputado estadual pelo PSB 40.777


Ao chegar à sede do PSB, por volta das 20h, Marina Silva afirmou que “deve” responsabilidades ao partido, em razão do compromisso assumido no ano passado ao formar a chapa com Eduardo Campos.
“Aqui há um compromisso com as responsabilidades já assumidas, construídas ombro a ombro, noite e madrugadas adentro sob a liderança de Eduardo. Recebi de uma forma muito afetuosa uma carta que eu chamo de carta-inventário, onde o presidente Roberto Amaral me diz qual é o significado da luta, da trajetória desse partido e que agora juntos temos a responsabilidade de ajuda-lo a se erguer após a perda irreparável que sofreu”, declarou Marina Silva, que ao final do discurso repetiu o bordão criado por Eduardo Campos: “Não vamos desistir do Brasil”.
Albuquerque disse que ele e Marina não deixarão “pela metade” a herança política de Eduardo Campos. “Estou aqui para fazer o que o Eduardo me disse ao longo desses 20 anos. Ele que dizia que nunca podemos deixar nada pela metade. Eu e Marina estamos aqui porque não vamos deixar pela metade o legado de Eduardo”, afirmou.
As conversas internas entre dirigentes do PSB e dos demais partidos da coligação Unidos pelo Brasil em torno do nome de Marina começaram na semana passada. A cúpula da legenda decidiu aguardar o sepultamento e as últimas homenagens a Campos para fazer o anúncio oficial da sua substituta, mas desde o último sábado (16) o nome da ex-senadora já é tido como certo.
Dirigentes pessebistas apontaram como “natural” a escolha de Marina Silva, que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial de 2010 – atrás de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) –, com quase 20 milhões de votos ou 19% da preferência do eleitorado.
A escolha do candidato a vice-presidente, porém, não foi simples. A direção do PSB, partido que tinha preferência na indicação do candidato, queria encontrar um nome que fosse um quadro “orgânico” do partido, ou seja, que fosse filiado desde o início da sua trajetória política. Além disso, o candidato deveria ser da confiança da família Campos, especialmente da viúva Renata, e ter boa relação com Marina Silva.
A preocupação do partido em escolher um nome que tenha ligação estreita com Campos se deve ao fato de que Marina Silva não é considerada uma representante legítima do PSB, mas sim da Rede Sustentabilidade. Ela é uma das fundadoras da legenda que teve seu registro barrado pela Justiça Eleitoral e por isso não pôde lançar candidatos na eleição deste ano.

Além de Beto Albuquerque, outros socialistas foram apontados como possíveis candidatos a vice, entre os quais a própria viúva Renata Campos, considerada pelo presidente do PSB, Roberto Amaral, “a grande liderança” do partido atualmente. A ex-prefeita de São Paulo Luiz Erundina; o coordenador do programa de governo do PSB Maurício Rands; o ex-secretário do governo de Pernambuco Danilo Cabral e o ex-ministro Fernando Bezerra foram outros nomes cogitados entre os dirigentes.

A opção por Albuquerque, conforme adiantou o Blog do Camarotti nesta terça-feira (19), e antes ainda o Blog do Aroldo Pinto foi acordada entre o PSB e a família de Eduardo Campos, em razão de o deputado ser próximo a Marina e pessoa de confiança do ex-governador de Pernambuco. O nome, porém, sofreu resistência por parte da seção regional do partido em Pernambuco, que tinha preferência por um quadro cuja base eleitoral fosse o Nordeste.
A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada na segunda (18) – a primeira após a morte de Campos –, apontou Marina Silva em segundo lugar na disputa pelo Palácio do Planalto com 21% das intenções de voto, empatada tecnicamente com o tucano Aécio Neves (20%) e atrás de Dilma Rousseff (36%). Em eventual segundo turno com a candidata petista, Marina teria 47% das intenções de voto, contra 43% de Dilma.
Marina Silva
A ex-senadora é conhecida por defender causas relacionadas à proteção do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. Marina Silva, assim como Eduardo Campos, chegou a ser ministra do governo Luiz Inácio Lula da Silva, ao chefiar a pasta do Meio Ambiente.
Nascida no Acre e filha de seringueiro, Marina diz publicamente que uns de seus principais mentores na vida política são o ex-presidente Lula e o ativista ambiental Francisco Alves Mendes Filho, conhecido como Chico Mendes, que foi assassinado em 1988.
Em 2010, Marina Silva se candidatou ao Planalto pelo Partido Verde (PV) e obteve no primeiro turno 20% das intenções de voto. À época, disputaram o segundo turno Dilma Rousseff (PT) e o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB).
Beto Albuquerque
Líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque está no seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo partido. Gaúcho natural de Passo Fundo, o político já trabalhou para o governador petista Tarso Genro como secretário de Infraestrutura e Logística de 2010 a 2012.
Nas eleições de 2014, abriu mão de tentar a reeleição à Câmara dos Deputados para disputar uma vaga no Senado Federal e, segundo recente pesquisa eleitoral, estava em terceiro lugar na intenção de voto. A candidatura atendia a um pedido do partido, que apoia a candidatura do peemedebista José Ivo Sartori ao governo do Rio Grande do Sul.

Fonte: Globo

‘Posso ajudar Lídice se ela quiser’, diz João Henrique sobre apoio na eleição estadual

Por: Aroldo, 21/08/2014 01:25
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João Henrique é ex-prefeito de Salvador e filho do senador João Durval Carneiro


Prefeito de Salvador em duas gestões, e afirmando ter apoiado ACM Neto na última eleição municipal, João Henrique Carneiro (PSL) diz ser o homem que ‘derrotou o PT por três vezes seguidas em Salvador’. Por isso, João afirma estar disposto a ajudar na candidatura da senadora Lídice da Mata ao governo do estado, “se ela quiser”. João Henrique deu a declaração em contato com o Bahia Notícias após a publicação da matéria onde é acusado de um débito de mais de R$ 6 milhões com os cofres públicos do município. Segundo o ex-gestor da capital baiana, a acusação se trata de perseguição política pela força que seu apoio poderá ter na campanha de Lídice. “Meu apoio acrescenta. Qual outro político venceu o PT por três vezes seguidas em Salvador? Lutei contra cinco tevês, três jornais, mais de cinquenta rádios. Consegui derrubar meus adversários. O presidente Lula, no auge, não conseguiu derrotar João Henrique. É um pânico, um medo que eles têm de mim. São coisas que Deus dá para gente, atributos que a gente nasce, coisas sobrenaturais. Mas eles não aceitam e inventam coisas. Gostariam de ter essa credibilidade com o povão”, desabafou.

Futura governadora Lídice da Mata e Aroldo Pinto candidato a deputado estadual 40.777


Sobre a atual senadora baiana PSB e também ex-prefeita, João disse ainda não ter sido ‘convocado’ para ajudar, mas diz estar com disposição para entrar na campanha, tanto TV quanto nas ruas. “Ainda não estive com ela, mas já conversei com o pessoal do seu comitê e fui muito bem recebido. Sei que muitas pessoas me veem com carinho e saudade, confiam em mim. Não posso ajudar muito minha mulher e meu filho (candidatos a deputado federal e estadual, respectivamente) porque eles têm pouco tempo na TV, mas como o programa de Lídice é maior, estou disponível para ajudar, se ela quiser, e também nas ruas e nos bairros. Acredito em Lídice, gosto dela e tenho o maior respeito. Fui vereador quando ela foi prefeita. Essa perseguição é porque posso ajudar Lídice, mas o que vai eleger ela é o momento nacional da ascensão de Marina. Mas, mesmo assim, acredito que esta minha pequena atitude pode colaborar”. Com contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e pela Câmara de vereadores, João Henrique pode ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa, o que deixaria o ex-prefeito inelegível por oito anos. Diante dessa perspectiva, optou por não se candidatar nas eleições de 2014, abrindo espaços para as candidaturas de sua mulher e filho. JH classifica a situação como “uma panaceia para me deixar fora das eleições”. “Eu me sinto exilado. Se estivéssemos na época da ditadura, provavelmente já estaria morando fora do Brasil. Fizeram isso com políticos populares como Miguel Arraes, Pedro Simon, Fernando Henrique Cardoso. Como não tem mais ditadura, usam o Tribunal de Contas para me tirar”, declarou.

Fonte: Bahia Notícias

Marina deve assumir os compromissos de Campos, diz sociólogo

Por: Aroldo, 18/08/2014 16:41
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Reportagem de Ítalo Nogueira, Folha de S.Paulo (17/08)

Escolhida pelo PSB para disputar a Presidência, Marina Silva terá de “encarnar” compromissos de Eduardo Campos, candidato da sigla morto na quarta-feira (13) num acidente aéreo.

A avaliação é do sociólogo Luiz Werneck Vianna. Para ele, Marina precisa manter os compromissos do ex-governador de Pernambuco para ter apoio dos empresários.

“[Ela pode] dizer que a candidatura original era dele, que eles conceberam a candidatura juntos e agora tem que se fiar mais às convicções dele do que particularmente às dela”, afirmou o sociólogo na sexta-feira (15).
Segundo Vianna, Marina pode atrair os votos dos indecisos e do eleitorado descrente com a classe política.

Folha – Que impacto essa tragédia pode ter na eleição?
Luiz Werneck Vianna – Mudou tudo. Para onde, não se sabe.

Com o nome de Marina confirmado, que cenário o sr. vê?
Ela tem problemas no PSB, tem problemas em setores empresariais, é bem aceita nas camadas médias, como ficou provado em 2010.

Campos era bem aceito pelo empresariado. Acha que ela pode herdar essa aceitação?
Ela vai ter que encarnar o Eduardo Campos. Tem inclusive uma saída honesta para essa encarnação: dizer que a candidatura original era dele, que eles conceberam a candidatura juntos e agora ela tem que se fiar mais às convicções dele do que particularmente às dela. Esse é o maior desafio.

Que outros desafios ela tem?
Demonstrar para a população que [essa encarnação] é verdadeira.

Em 2010 o vice dela era o empresário Guilherme Leal. Não é suficiente para ter aceitação?
Era um nicho empresarial. Não há como imaginar nesta altura que o agronegócio vá escolher o nome dela.

O sr. vê possibilidade de Marina compor com o agronegócio, como fez Campos?
Se ela se convencer e convencer o grande público de que ela não é uma persona singular, mas sim complexa -ela é o legado de Campos-, aí é possível.

A comoção pelo episódio tem impacto [na intenção de voto para Marina]?
Vai ter, mas o problema é saber para que direção. O maior impacto de morte que já ocorreu foi o suicídio de Vargas: em 24 horas mudou o país. Para saber para qual direção haverá impacto, é melhor procurar um mago.

A candidatura de Marina tira mais votos de quem?
Ela pode provocar uma atração forte sobre os indecisos, o pessoal do “não me representa”.

Do movimento das ruas?
Não digo o movimento das ruas, mas algo dessa cultura que vicejou ali pode encontrar expressividade nela, algo que Campos não tinha conseguido. Eduardo era muito terno e gravata, a pauta dele era responsável: economia, desenvolvimento… A pauta da Marina, como ela mesma diz, é “sonhática”.

Atualmente, a candidata que está na frente é a Dilma.
Ela não tem luz própria. Não conseguiu ao longo do governo. Deixou que a presença do outro [Lula] ficasse muito visível no Gilberto Carvalho, Mercadante, Berzoini. Os homens e as mulheres da Dilma são quais? Com quem ela conversa abertamente? É uma solidão política imensa.

Qual é o impacto da morte de Campos sobre a política?
É ruim. Uma liderança jovem. O regime militar não favoreceu o surgimento de lideranças novas. Mas PT e PSDB também não favoreceram. Os quadros diretivos dos dois partidos são homens para além da meia idade. Esses dois partidos se comportaram como uma oligarquia. Principalmente o PT. O monopólio da política ficou restrito ao presidente da República e ao entorno imediato.

Campos conseguiu se descolar desse problema?
De certo modo sim, mas ele tinha o aval do avô [Miguel Arraes, ex-governador de Pernambuco], que abriu a política para ele.

E a Marina?

Ela tem uma trajetória de aventura singular, história de vida particular.

Essa falta de nomes novos preocupa para 2018?
Sim, porque o nome falado para 2018 pelo PT qual é? É o Lula. Não tem quadro novo.

O PT tenta renovar com Haddad, Padilha, Lindbergh…
Haddad era um novo quadro sem luz própria. A emergência de quadros novos é a partir de luz própria, e não vinda de um poste. Padilha não tem. Lindbergh se projetou individualmente. O PT tem vida orgânica? Não tem. Sem isso os quadros não são selecionados. O PSDB também não tem vida orgânica.

Não é mera coincidência. Os mistérios são muitos, mas para Deus nada é impossível.

Por: Aroldo, 18/08/2014 15:33
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Eduardo Campos citou esta frase de Gandhi, horas antes do acidente


“Melhor que fale por mim a minha vida do que as minhas palavras.” Eduardo Campos citou esta frase de Gandhi, horas antes do acidente, para explicar por que escolheu Marina Silva como vice

Assim como Gandhi, Aroldo Pinto fez várias GREVES DE FOME. Hoje é presidente do PSB de Itiúba, Ba e candidato a deputado estadual


“Melhor que fale por mim a minha vida do que as minhas palavras.” Eduardo Campos citou esta frase de Gandhi, horas antes do acidente, para explicar por que escolheu Marina Silva como vice. Era um bate-papo com internautas no site de sua campanha, às 22h30 da terça-feira 12. Agora, correligionários de Marina refletem que não há de ser mera coincidência as semelhanças entre ela e o líder pacifista. Neste momento, o que mais fala de Marina é o silêncio em respeito ao amigo e parceiro de chapa. Em outra frase célebre, Gandhi dizia: “As longas horas de silêncio são as mais importantes da minha vida”.

Marina Silva, PSB, candidata a presidência da República, Aroldo Pinto candidato a deputado estadual pela Bahia

FONTE: ISTOÉ

http://www.istoe.com.br/reportagens/377893_NAO+E+MERA+COINCIDENCIA

Marina já é 2ª com 21% no primeiro turno, na frente de Aécio e venceria Dilma no Segundo

Por: Aroldo, 18/08/2014 14:51
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A melhor forma de homenagear nosso líder Eduardo Campos, é vencer as eleições e não desistir do Brasil


A primeira pesquisa eleitoral para presidente da República após a morte de Eduardo Campos, realizada pelo Instituto Datafolha, põe a ex-senadora Marina Silva (PSB) com 21% das intenções de voto. Marina desbanca o senador Aécio Neves (PSDB) na segunda posição. Aécio aparece com 20% das intenções de voto, o que representa empate técnico. A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, tem 36% da preferência do eleitorado. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira pela Folha de S.Paulo. Com Marina, praticamente está descartada a chance de a eleição ser definida no primeiro turno.

Na próxima quarta-feira, o PSB se reúne para decidir se lança ou não a ex-ministra como candidata a presidente pelo partido, em substituição a Eduardo. Tal fato é dado como certo. A reunião servirá mais para sacramentar o nome do candidato a vice. O mais cotado é o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS). Em uma simulação de segundo turno, Marina venceria Dilma, com 47% das intenções de voto contra 43% da petista – situação de empate técnico.


Se o candidato no segundo turno for Aécio, Dilma venceria por 47% a 39%. É o que diz o Datafolha. Dilma ampliou sua vantagem sobre Aécio. Em julho, o cenário era de 44% a 40%.

De acordo com a pesquisa, a diferença agora está na queda do número de eleitores sem candidato. Com Eduardo, as intenções de voto nulo ou em branco eram 13%. Com Marina, a taxa cai para 8%. Indecisos passaram de 14%, em julho, para 9%, no levantamento atual.

Sem Marina na disputa, segundo o Datafolha, Dilma venceria no primeiro turno, com 41% das intenções de voto, 8% a mais do que a soma dos demais concorrentes.

Por outro lado, houve leve melhora na avaliação do governo. A taxa de rejeição de Dilma – aqueles eleitores que não votam de jeito nenhum em determinado candidato – passou de 35% para 34%. Mesmo assim, ela lidera tal índice. Aécio tem 18% de rejeição e Marina Silva, 11%.

O Datafolha ouviu 2.843 eleitores em 176 municípios nos dias 14 e 15 de agosto. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. (Com informações do Blog do Noblat)

Marina Silva acompanha Eduardo Campos durante campanha em Salvador

Por: Aroldo, 06/08/2014 13:01
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Aroldo Pinto já conhecia Marina de Brasília na ocasião de sua GREVE DE FOME, em 2006 e 2009


Candidata a vice-presidente na chapa encabeçada por Eduardo Campos, a ex-presidenciável Marina Silva (PSB) o acompanha durante visita nesta quinta-feira (7) a Salvador. Em companhia da candidata do partido ao governo estadual, Lídice da Mata, e da candidata ao Senado, Eliana Calmon, os dois cumprirão uma agenda de campanha na capital baiana em “homenagem à luta dos baianos pela igualdade racial”. Os candidatos socialistas cumprirão uma programação de visitas a entidades representativas da cultura negra no Estado. Às 14h30, darão entrevista à imprensa na sede da Sociedade Protetora dos Desvalidos, no Terreiro de Jesus, e em seguida participarão de uma caminhada pela igualdade racial, com panfletagem pelas ruas do Pelourinho. No trajeto, visitarão as sedes do Cortejo Afro e do Olodum, o Projeto Axé e o restaurante Alaíde do Feijão, seguindo depois para o Teatro de Arena do Senac, onde, às 16h, participarão de um encontro com a juventude. Na pauta, falarão do projeto de universalização da escola integral, incluído nos programas de governo de Eduardo Campos, para o Brasil, e de Lídice da Mata, para a Bahia, além de outros temas de interesse da população jovem.

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