Governo quer reduzir alta rotatividade de funcionários em empresas

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    Para reduzir a alta rotatividade de funcionários no mercado de trabalho brasileiro, o governo federal estuda uma série de mudanças na legislação trabalhista, que vão desde a criação de taxas extras para empresas que demitirem mais funcionários do que a concorrência até a inclusão de barreiras para acessar o seguro-desemprego.  A rotatividade pode significar melhora de salários ou de condições de trabalho, mas demissões sem justificativa podem representar a simples troca por empregados mais baratos, diminuição de benefícios ou mesmo fraude contra o seguro-desemprego. A proposta mais adiantada para o problema está lastreada no artigo 239 da Constituição Federal e consiste na cobrança de taxas sobre as empresas que apresentem um nível de demissões maior do que a do setor que está enquadrada. Por outro lado, avalia-se a possibilidade de gerar descontos para o empregador que apresentar baixo nível de demissões. As informações são do Estado de S. Paulo.

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