Codevasf apoia fortalecimento e estruturação da apicultura no semiárido

8528299671_bbd76cb9ca(2)A apicultura é alternativa de renda e inclusão social para agricultores familiares. O pólen produzido pela Associação Brejo-grandense de Criadores de Abelhas e Artesãos, em Sergipe, e o mel produzido pela Cooperativa Regional dos Apicultores do Médio São Francisco (Coopamesf), na Bahia, ambas apoiadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), são bons exemplos de estruturação e fortalecimento da atividade.

A Associação Brejo-grandense foi criada para fortalecer os apicultores da região do município sergipano de Brejo Grande. Hoje, 25 famílias tiram o sustento da casa ou complementam a renda com a apicultura. “Cada família tem seu apiário, mas a produção é processada e vendida no coletivo. A apicultura é uma renda quase que fixa”, afirma Jucilene Santana do Santos, apicultora e tesoureira da associação.

Animada com a procura pelo produto, a apicultora destaca os benefícios do pólen da associação, que, segundo ela, é a maior produtora do estado, com cerca de duas toneladas por ano. “O nosso pólen tem um diferencial. Se você comer outros polens, eles têm um gosto amargo, e o nosso é doce. Ele é gostoso, dá para saborear”, diz. “Quem quer saúde come pólen diariamente. Ele é bom para a pele e ajuda a ganhar massa muscular”, acredita Jucilene.

No Médio São Francisco baiano, a Coopamesf – criada inicialmente como associação comunitária em 2003 – reúne cerca de 50 apicultores, que produzem mel de alta qualidade. A cooperativa, com sede em Ibotirama (BA), conta com o apoio da Codevasf para buscar o desenvolvimento territorial com foco na agricultura familiar.

Ascom Codevasf